Ola amigos…fomos ensinados a olhar para fora.
Hoje… olhemos para dentro.
Existe um ensinamento antigo que fala sobre a Mônada…
A Fonte original.
A Consciência pura.
Aquilo que somos … antes do medo.
A Mônada não é um deus distante.
É o núcleo da nossa própria existência.
Silenciosa.
Eterna.
Observadora.
Mas entre nós e essa consciência… existe um véu.
Esse véu foi chamado, em antigas tradições, de obra do Demiurgo.
O Demiurgo não precisa ser visto como um monstro…
Mas como a mente que constrói a realidade material.
O arquiteto do mundo das formas.
Ele organiza.
Define regras.
Cria identidade.
E sussurra:
“Isso é tudo o que existe.”
E então surgem os Arcontes.
Não como criaturas assustadoras…
Mas como padrões invisíveis.
Medos repetidos.
Crenças limitantes.
Condicionamentos herdados.
Eles mantêm a consciência ocupada…
Reagindo.
Competindo.
Sobrevivendo.
Mas algo está mudando.
A transição não é apenas planetária…
É interna.
Cada vez que questionanamos um medo…
Um Arconte perde força.
Cada vez que observamos o ego…
O Demiurgo deixa de ser soberano.
E quando silenciamos...
A Mônada começa a ser sentida.
O véu não é destruído pela guerra.
Ele se dissolve pela consciência.
não estámos presos.
Nós estámos despertando.
A luz que buscamos..
Sempre esteve dentro de cada um de nós.

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